quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Aulas para Escola Bíblica Dominical - 7ª atualização

Mais uma leva de aulas para EBD disponíveis para download. Lembre-se que você pode se inscrever para receber o conteúdo do blog por email e ser notificado de qualquer atualização, basta informar o email no menu ao lado esquerdo.

Estas aulas são ótimos estudos bíblicos que você pode usar em qualquer culto. Aproveite!

  • A manifestação de Jesus
  • A morte de Jesus
  • A ressurreição de Jesus
  • A ascensão de Jesus
  • A volta de Jesus
  • Pregação
  • Confissão de fé
  • Ajuntamento do povo de Deus
  • Vida de culto
  • Comunhão

Para fazer o download e imprimir, basta clicar aqui.

(CONTINUAR)…
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Possessão Demoníaca - uma perspectiva histórico teológica


Artigo extraído da Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - 1988


As evidências bíblicas da existência de seres sobrenaturais malignos, subordinados a Satanás, são abundantes. Sua origem, no entanto, é um assunto sobre o qual a escritura não entra em detalhes.


Basicamente, há duas teorias principais sobre a origem de tais seres. Uma das teorias sustenta que uma multidão de anjos caiu em pecado, levada pela rebelião original de Lúcifer contra Deus (Mt 25.41; 2 Pe 2.4; Ap 12.7-9).


Outra teoria especula que os demônios são os filhos ilegítimos de anjos e de mulheres pré-diluvianos (Gn 6.2; Jd 6). Estes seres (nepilim, gigantes), segundo declara a teoria, deixaram espíritos maus brotarem dos seus corpos quando foram destruídos, ou nas batalhas, ou no dilúvio. A obra apocalíptica judaica de 1 Ennoque é a principal fonte para este ponto de vista (10.11 -14; cf. "os vigilantes, 16.1; 86.1-4). Esta idéia foi aceita pelo apologista cristão Justino Mártir, e percebe-se que influenciou até mesmo as opiniões de Tomás de Aquino.


Orígenes desenvolveu o conceito de uma rebelião pré-cósmica, entendendo que todas as criaturas inteligentes (os homens e os anjos) foram criados com livre arbítrio. A diversidade de relacionamentos entre estas criaturas e Deus tem a ver diretamente com a queda de Lúcifer (De princips 2.9.6). Assim, os demônios são seres angelicais que foram totalmente levados pela apostasia de Satanás. Esta tornou-se a opinião cristã predominante, adotada por Agostinho (De genesi ad literem 3.10) e Pedro Lombardo (Sentenças 2.6).


A especulação rabínica a respeito das origens demoníacas variava consideravelmente. Os demônios eram considerados espíritos infelizes desincorporados quando Deus descansava no sábado, ou como os construtores da Torre de Babel que foram castigados e transformados em demônios.


A Terminologia
Os termos gregos daimõn e daimonion não tinham em sua origem uma conotação inerentemente má. Embora sua etimologia seja incerta (com o possível significado de dilaceração ou de “separar rompendo”), os termos parecem ter sido usados para especificar um deus ou deidade menor no pano de fundo das crenças animistas populares.


Parece que Homero diferenciava entre daimõm e theos, sendo que o primeiro termo se constituía no poder divino entre os homens, ao passo que o último isolava o conceito da personalidade divina.


Antes do NT, no entanto, daimõn era usado em relação àqueles seres intermediários pessoais que, segundo se acreditava, exerciam a supervisão sobre o cosmos (Platão: Symposium 202e). Estes seres, pelo menos na crença popular, eram considerados espíritos dos finados, dotados de poder sobrenatural (Luciano: De morte peregrini 27).


Enquanto a ligação entre os demônios e as práticas especificamente más se desenvolvia lentamente no pensamento grego, este vínculo parece ter estado subentendido de modo consistente no uso hebraico de termos como sedim e seirim. Embora o AT ofereça pouca consideração do assunto, as práticas de idolatria, magia e bruxaria relacionavam-se com forças demoníacas (Dt 32.17; SI 96.5).


Visto que tais práticas entravam em conflito com o monoteísmo de Israel, eram especificamente proibidas para o povo de Deus (Dt 18.10-14; 1 Sm 15.23). A atividade demoníaca no AT, portanto, aparece como uma força oposta a Deus e aos Seus próprios seres intermediários pessoais, os malakim (anjos).


Quando, então, estes termos hebraicos foram traduzidos para a LXX, o conceito de demônio foi reduzido ao de um espírito mau. Mesmo assim, por causa da natureza positiva do uso religioso grego de daimõn, a LXX e o NT preferem o termo daimonion para expressar o conceito restrito.


No NT, juntamente com daimonion, a presença de demônios é descrita com os termos espírito "imundo" (akatharton, Mc 1.24-27; 5.2-3; 7.26; 9.25; At 5.16; 8.7; Ap 16.13) e espíritos "malignos" (ponera, At 19.12-16). A maioria das referências à obra destes espíritos ocorre com relação à possessão de indivíduos. Porém, não se oferece, nenhuma indicação quanto à sua origem; tomam-se por certas a sua existência e operação ativa.


De modo semelhante à associação no AT entre a idolatria e os demônios, o apóstolo Paulo declara que, embora os chamados deuses adorados pelos idólatras não tenham existência, existem forças demoníacas que instigam e propagam semelhante adoração, e para as quais a adoração é dirigida, e às quais os adoradores estão sujeitas (1 Co 10.20-21; 12.2; cf. Ap 9.20).


Tanto Paulo quanto o autor do Apocalipse entendem que a atividade de demônios aumentará nos tempos do fim e muitos homens serão seduzidos a segui-los (1 Tm 4.1; Ap 16.13-14). Talvez o tratamento mais abrangente do pensamento paulino sobre este tema ocorra em Ef 6.10-18. O cristão deve estar preparado para lutar contra "principados e potestades... os dominadores deste mundo tenebroso... as forças espirituais do mal, nas regiões celestes".


Diante disto, o NT mostra-se coerente na sua apresentação de um conflito entre dois reinos: o reino de Satanás, o príncipe deste mundo, e o reino de Deus que, através da encarnação de Jesus Cristo, invadiu o reino de Satanás. Não parece haver nenhum reconhecimento de um papel positivo para o daimonion, conforme se acha nos helenistas primitivos. O NT fica exclusivamente dentro da compreensão hebraica de que estes seres são de natureza completamente maligna e que estão destinados a compartilhar da destruição que Deus tem preparado para Satanás (Mt 25.41).


A Possessão
A maioria das referências à atividade demoníaca no NT ocorre nos evangelhos sinóticos, tratando de encontros entre Jesus e os endemoninhados. A expressão específica correspondente a possessão demoníaca (daimonizomai) não se acha nas Escrituras. Alguns estudiosos fazem a origem do termo remontar a Josefo (Antigüidades 47). A construção sinótica comum é daimonion echein ("ter demônio").


As principais características dos registros nos sinóticos das confrontações entre Jesus e os demônios incluem:


(1) Há uma alusão à aflição física ou mental atribuível à possessão - a nudez, a angústia mental e o masoquismo (Mt 8.28-33, cf. Mc 5.1-10; Lc 8.26-39); a incapacidade de falar (Mt 9.32; 12.22); a cegueira (Mt 12.22); a demência (Mt 4.24; 17.15; cf. Mc 9.17).


(2) Declara-se freqüentemente que o demonio reconhecia e temia Jesus como o Santo de Deus (Mt 8.28; cf. Mc 5.7; Lc 8.28; Me 1.24; cf. Lc 4.34).


(3) O poder de Jesus sobre os demônios é demonstrado geralmente quando eles são exorcizados pelo poder da Sua palavra (Mt 4.24; 8.16; 8.28; cf. Mc 7.30) ou pela permissão que Ele lhes dá para partirem (Mt 8.32; cf. Mc 5.13; Lc 8.32). Este poder também se achava nos discípulos de Jesus (Lc 10.17; At 5.16; 8.7; 16.18; 19.12) e é prometido a todos os crentes (Mc 16.17).


Em todas as partes do NT, outras características dos que estavam endemoninhados incluem conhecimento superior ou sobrenatural (Tg 2.19), a capacidade de prever o futuro (At 16.16) e força superior ou incontrolável (Mt. 8.28; 17.15; At 19.16; 17.15; At 19.16).


A capacidade de Jesus e dos Seus seguidores de exercerem autoridade sobre os demônios é estabelecida como um sinal escatológico da presença do reino que surge (Mt 12.22; Lc 10.17) e é causa de parte da popularidade da missão de Jesus (Lc 4.36). A atividade de exorcismo, no entanto, geralmente se associa com o ministério de cura exercido por Jesus e pelos apóstolos. Mesmo assim, é subentendida uma distinção entre a possessão demoníaca e a loucura (ou outros distúrbios).


A Possessão e a História Eclesiástica
Na igreja pós-apostólica alguns comentaristas desenvolveram um conceito de possessão demoníaca que ia além dos ensinos das Escrituras.


Justino Mártir acreditava que os deuses pagãos eram representantes de demônios que tinham caído do seu estado de vigilância angélica sobre os homens [Segunda Apologia 5).


Aquino desenvolveu a crença de Agostinho na capacidade de os demônios atacarem os homens a um ponto em que os demônios continuavam a prática, citada em 1 Enoque, de pecar sexualmente com homens e mulheres (Summa Theologica 1.51,3.6; De potentia 6.8, 57).


Influenciado, segundo parece, por certos escritos apócrifos, Orígenes acreditava que um anjo bom e um anjo mau vigiavam cada indivíduo, sendo que ambos tentavam influenciar os padrões de pensamento das pessoas. Acreditava, também, que existiam “demônios dos vícios” – assim chamados porque um deles controlava um vício específico (De princips 3.2,2-4)


Era feita uma distinção entre “possessão” e “influência” demoníaca, sendo que a pessoa possuída era chamada "energúmeno". Alguns entendiam que a influência demoníaca incluía a colocação de maus pensamentos diretamente nas mentes dos homens (Agostinho, Atanásio, Orígenes, Pedro Lombardo, Beda, Tomás de Aquino).


Esta forma de tentação era considerada o modo normal de operação do demônio, ao passo que a possessão era reconhecida como apenas uma extensão extraordinariamente forte do controle do demônio sobre o homem.


Os Métodos de Libertação
Justino Mártir registra que o exorcismo de indivíduos endemoninhados continuou sendo um ministério ativo da igreja pós-apostólica. O rito do exorcismo assumia várias formas, tais como a oração, o jejum, a imposição das mãos, a queima de raízes e a aspersão da água benta.


Apesar disso, o elemento crucial de um exorcismo bem-sucedido era a invocação ao nome de Jesus Cristo (Segunda Apologia 6). Tertuliano também dá testemunho do poder ao nome de Jesus quando este é invocado contra um demônio. Quando era corretamente adjurado, o demônio contava a verdade acerca de si mesmo, e era obrigado a obedecer a palavra do exorcista (Apologia 23).


Vários outros ritos eclesiásticos incorporavam uma dimensão ao exorcismo (expulsão de demônios) ou da ação apotropaica (de afastamento de demônios). Antes do batismo um candidato pode suportar certos rituais com o propósito de purificá-lo da contaminação demoníaca associada ou com o pecado original ou com a idolatria e a ingestão de alimentos oferecidos a ídolos (Reconhecimentos Clementinos 21.71).


O candidato pode também ser conclamado a renunciar publicamente a Satanás, aos seus anjos e aos seus caminhos, e a própria água batismal era exorcizada e consagrada. O sinal da cruz também era usado como um dispositivo apotropaico.


Na Idade Média, a quantidade de superstição que se desenvolveu em redor das várias crenças a respeito de atividades demoníacas e de ritos do exorcismo não demorou a causar uma perseguição em grande escala das chamadas bruxas e outras pessoas que, segundo se acreditava, "tinham parte" com o diabo.


A Reforma Protestante reagiu contra estes abusos. A Igreja Luterana primeiramente restringiu o exorcismo, e depois o aboliu por volta do fim ao século XVI. Os calvinistas renunciaram a pratica por considerá-la aplicável somente ao século I. Já em 1614, o Papa Paulo V restringiu severamente a prática no Ritual Romano (12,13) e o rito foi ainda mais limitado pelo Papa Pio XI, neste século.


As Opiniões Modernas
A crença ou descrença na existência dos demônios e, em alguns casos, do próprio Satanás, tornou-se uma das marcas registradas nas tradições liberal moderna e fundamentalista / evangélica na cristandade.


No lado liberal da questão, muita coisa que era chamada possessão demoníaca nas Escrituras agora inclui, reconhecidamente, muitas enfermidades psicológicas desconhecidas no século I. As ações de Jesus no tocante à suposta atividade demoníaca, segundo se argumenta, realmente tratavam-se de Sua adaptação às crenças contemporâneas dos camponeses palestinos, e não refletiam, de modo algum, Sua própria opinião sobre a causa das aflições individuais.


Por outro lado, com o aumento do interesse pelo ocultismo e da sua prática nos tempos mais recentes, a aceitação conservadora da existência tanto de Satanás quanto dos demônios parece estar confirmada.


O espiritismo desenvolveu-se tornando-se uma prática "religiosa" com amplo reconhecimento mediante a qual os indivíduos procuram o contato com forças espirituais num esforço de obterem ajuda ou informações para seu próprio proveito pessoal.


Os fenômenos psíquicos tais como levitação, os deslocamentos de objetos físicos, a telecinese, a psicografia e as materializações estão associadas com o espiritismo. Estas atividades parecem aumentar em intensidade à medida que o indivíduo se abre à influência espiritual.


Parece haver um paralelo entre as características daqueles que praticam o espiritismo e aqueles que são mencionados nas Escrituras como "possuídos" por demônios.


A libertação da sujeição aos demônios envolve a confissão da fé do indivíduo em Cristo como Salvador, a confissão e o arrependimento por seu envolvimento no ocultismo e o recebimento da libertação que se pode achar em Cristo.


É notável que esta ênfase dada à libertação da possessão através do poder operante de Jesus Cristo é totalmente coerente com o NT e não reflete, de modo algum, os abusos ou superstições associados com a Idade Média.


Artigo extraído da Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - 1988

(CONTINUAR)…
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

O cabo eleitoral

O autor do texto, com sete anos:
frangos mestiços indios e o carrinho que servia mais para brincar.



Por Reinaldo de Almeida Barros

Trecho do futuro livro, Parte 2, "A Família".



...Como já disse antes, meu pai era sapateiro. Mas um belo dia surgiu uma oportunidade que ele soube aproveitar muito bem. E, talvez a sorte o favorecesse, não deixando somente para ele todo o trabalho Era ano de eleições, e a disputa dos candidatos começava esquentar.


Um dos candidatos era o Nho-Vena. E meu pai se dispôs a trabalhar para ele, como cabo eleitoral. Seria somente pela amizade que unia os dois, sem nenhum outro interesse. Pelo menos publicamente.


Então meu pai começou a trabalhar em uma composição musical, no sentido de angariar votos para o seu candidato. Fez uma modinha de viola, onde descrevia um jogo de futebol em que os vários candidatos tinham suas posições no campo.


Um candidato e sua turma da vereança jogavam com outra turma. Então a moda passava a narrar o jogo em si, mostrando os vários lances e logicamente os gols. O Nho-vena certamente jogava no ataque, e Seu Ezequiel na defesa, Tití no gol e assim por diante.


Certa noite, quando eu e minha mãe saímos da igreja, por volta de nove horas da noite, ao passar pelo bar grande, estava tudo apinhado de gente. O alto falante estava funcionando. E meu pai estava no estúdio, cantando com a viola, a moda da política.


Deixei minha mãe por alguns minutos e corri entre o povo tentando chegar no cubículo onde estava meu pai.Mas tinha tanta gente que era impossível passar por entre as pessoas, e acabei desistindo. Minha mãe me esperava já meio impaciente, no beco do Luiz do Gusto. Na chegada das eleições, a modinha já estava conhecida do povo. Quando apuraram os votos em Tatuí, ficou confirmada a vitória do Nho-Vena para prefeito.


Em agradecimento pela força que tivera na campanha, ele arranjou um emprego para meu pai na prefeitura. Fiscal de obras. Esse era cargo. A partir daí, nossa vida melhorou bastante. Passamos a comer carne uma vez por semana, e embora o salário não fosse lá essas coisas, com muito controle dava para levar a vida sem sobressaltos. Nessa época que instalaram a luz elétrica em casa.


Minha mãe agora poderia arrematar calças a noite, embaixo da única lâmpada, pendurada na porta da passagem para a cozinha, enquanto escutava o radio. Nova época, nova fase da vida começava. Quando o prefeito estava no ultimo ano de mandato, deu a estabilidade de emprego a meu pai. Agora ele era funcionário efetivo da prefeitura. Ninguém poderia demiti-lo.


Muitos candidatos que vieram posteriormente prometiam a muitos, que se ganhassem demitiriam meu pai. Aparecia até pessoas certas para ocuparem a eventual vaga. Certamente faziam isso, para ganharem votos. Políticos são todos iguais em todas as épocas....

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Dúvida bíblica: Por que Deus permitiu que Salomão tivesse tantas mulheres, se ele condena a poligamia?


1 REIS 11:1

PROBLEMA: Em 1 Reis 11:3, lemos que Salomão tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mas as Escrituras repetidamente nos advertem contra manter mais de uma mulher (Dt 17:17) e violar o princípio da monogamia - um homem para uma mulher (cf. 1 Co 7:2).


SOLUÇÃO: A monogamia é o padrão de Deus para os homens. Isso está claro nos seguintes fatos:

(1) Desde o princípio Deus estabeleceu este padrão ao criar o relacionamento monogâmico de um homem com uma mulher, Adão e Eva (Gn 1:27; 2:21-25).

(2) Esta ficou sendo a prática geral da raça humana (Gn 4:1), seguindo o exemplo estabelecido por Deus, até que o pecado a interrompeu (Gn 4:23).

(3) A Lei de Moisés claramente ordena: "Tampouco para si multiplicará mulheres" (Dt 17:17).

(4) A advertência contra a poligamia é repetida na própria passagem que dá o número das muitas mulheres de Salomão (1 Reis 11:2): "Não caseis com elas, nem casem elas convosco".

(5) Jesus reafirmou a intenção original de Deus ao citar esta passagem (Mt 19:4) e ao observar que Deus "os fez homem e mulher" e os juntou em casamento.

(6) O NT enfatiza que "cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido" (1 Co 7:2).

(7) De igual forma, Paulo insistiu que o líder da igreja deveria ser "esposo de uma só mulher" (1 Tm 3:2; 12). (8) Na verdade, o casamento monogâmico é uma prefiguração do relacionamento entre Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32).


A poligamia nunca foi estabelecida por Deus para nenhum povo, sob circunstância alguma. De fato, a Bíblia revela que Deus puniu severamente aqueles que a praticaram, como se pode ver pelo seguinte:


(1) A primeira referência à poligamia ocorreu no contexto de uma sociedade pecadora em rebelião contra Deus, na qual o assassino "Lameque tomou para si duas esposas" (GN 4:19, 23).

(2) Deus repetidamente advertiu os polígamos quanto às conseqüências de seus atos: "para que o seu coração se não desvie" de Deus (Dt 17:17; cf. 1 Rs 11:2).

(3) Deus nunca ordenou a poligamia - como o divórcio, ele somente a permitiu por causa da dureza do coração do homem (Dt 24:1; Mt 19:8).

(4) Todo praticante da poligamia na Bíblia, incluindo Davi e Salomão (1 Crônicas 14:3), pagou um alto preço por seu pecado.

(5) Deus odeia a poligamia, assim como o divórcio, porque ela destrói o seu ideal para a família (cf. Ml 2:16).


Em resumo, a monogamia é ensinada na Bíblia de várias maneiras:


(1) pelo exemplo precedente, já que Deus deu ao primeiro homem apenas uma mulher; (2) pela proporção, já que as quantidades de homens e mulheres que Deus traz ao mundo são praticamente iguais; (3) por preceito, já que tanto o AT como o NT a ordenam (veja os versículos acima); (4) pela punição, já que Deus puniu aqueles que violaram o seu padrão (1 Rs 11:2); e (5) por prefiguração, já que o casamento de um homem com uma mulher é uma tipologia de Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef 5:31-32). Apenas porque a Bíblia relata o pecado de poligamia praticado por Salomão, não significa que Deus a aprove.


Do livro Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições da Bíblia”, Normam Geisler e Thomas Howe

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Murmurações


Por Samuel Barbosa

O apóstolo Pedro foi um homem simples, pescador, afeito à vida dura do mar, talvez vivendo com certas privações, decorrentes de sua baixa renda, conseguida com o produto da pesca.


A exemplo do apóstolo Paulo que mais tarde iria dizer também que aprendera a contentar-se com o que tinha, o apóstolo Pedro nos dá um conselho muito sábio em uma de suas cartas: "deixando, pois toda a malícia e todo o engano, fingimentos e invejas e todas as murmurações". Esta última palavra - murmurações - é que nos interessa mais de perto.


Já reparou o leitor que o homem é um eterno insatisfeito? É regra geral, viver reclamando de tudo. Nada presta. Nada está bom! Houve uma época em que as pessoas eram mais otimistas e sobre qualquer coisa diziam: podia ser pior.


Hoje, por melhorque sejam as coisas, sempre se diz que podia ser melhor. Isso é pessimismo puro. Deixando todas as murmurações ou reclamações, recomenda-nos o apóstolo.


Há pessoas que vivem reclamando contra o trabalho, que o trabalho cansa, que o trabalho é rotineiro etc. Essas pessoas não consideram que há milhões de pessoas desempregadas no mundo, desesperadas por um trabalho, por mais pesado que seja, mas que lhe permita, e à sua família, a subsistência!


Outros reclamam porque a empregada ou a esposa, deixou a comida um pouco insossa ou um pouco salgada demais. Não param para pensar, esses reclamadores, que há milhões de pessoas morrendo de fome e outros tantos conseguindo no lixo o que comer!


Há pessoas que reclamam contra uma decepção. Não consideram que há muita gente para quem a vida em si é uma decepção!


Outros murmuram contra um sonho desfeito, mas foi só um sonho. Por que não pensar um pouco nas milhares de pessoas para quem a vida é um verdadeiro pesadelo! Se temos um trabalho que nos cansa, mas que garante a nossa subsistência digna; se temos ma comida que nem sempre está como nós queremos, mas que nos alimenta e nos mantém a vida; se temos uma decepção em que meditar e aprender, tirando dela lições que nos ajudarão no futuro; se temos um sonho que se desfez, mas que pode ser substituído por outros que se realizarão; nada disso deve ser motivo de murmurações.


Tudo isso, se bem analisado, é motivo de gratidão a Deus, pois há milhares que gostariam de estar em nosso lugar. Nunca somos os últimos. Temos muita gente acima de nós, mas também temos muita gente abaixo de nós. Daí a necessidade de se atender a recomendação do apóstolo Pedro, de deixarmos todas as murmurações e, além dessa, outra do apóstolo Paulo: "dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai em nome de nosso Senhor Jesus Cristo".


Ele diz - em tudo - porque, de acordo com a sua experiência: "todas as coisas cooperam, em conjunto, para o bem daqueles que amam a Deus". Vem-me à mente uma frase de um velho professor de Ética no Seminário: "quem tem o bastante tem tanto quanto o rico". Pensamento que parodio dizendo que quem tem o bastante não precisa de bastante.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tutorial: Como tirar fotos panorâmicas do templo de sua igreja (ou de qualquer outra coisa)

Você freqüenta uma igreja, mas não consegue tirar uma foto englobando “o todo”? Não precisa alugar helicóptero, tirar foto de longe ou comprar uma câmera super avançada – basta seguir nosso tutorial e você conseguirá fotos profissionais do templo de sua igreja ou do que mais você desejar.


Para encaixar tudo o que você quer em uma foto, vou ensiná-lo como tirar uma foto panorâmica, que nada mais é a soma de várias fotos formando uma maior, simulando o efeito de uma máquina com lente grande angular.


Você pode fazer isso de duas maneiras: sem tripé ou com tripé. Sem tripé você dependerá da firmeza dos seus braços – você pode até conseguir umas fotos legais com alguma prática. Todavia com tripé, o resultado fica mais preciso e profissional.


Eis a lista do que você vai precisar:

  1. Câmera digital com boa resolução
  2. Tripé
  3. Computador
  4. Software específico para processar as fotos: a) PTGui Pro (usado neste tutorial) b) Autostitch (há demonstração gratuita no site), ou qualquer outra ferramenta para criar fotos panorâmicas.

Tendo escolhido o lugar ou o objeto de sua foto, vamos ao passo a passo.

1. Configure sua câmera digital para o modo de qualidade máximo. Isso é importante porque uma das coisas legais da foto panorâmica é poder ampliar e ver os detalhes.


2. Coloque-a no tripé.


3. Regule a altura e escolha um bom ângulo. Pode ser por exemplo, o centro da igreja para uma foto de 360° ou um canto no ângulo de 180°. Do lado de fora você pode tirar de um ângulo baixo para destacar dar mais imponência ao templo. Observe as fotos no final desse post como exemplo.


4. Tire a primeira foto. Para a próxima foto, mova ligeiramente a câmera da esquerda para a direita (ou vice versa) – e faça assim sucessivamente a cada foto até completar o cenário total que você deseja fotografar. O segredo de uma boa foto panorâmica é: sempre mova um pouco para que a foto seguinte contenha uma parte do cenário da foto anterior. Para ficar mais fácil, observe o exemplo nas fotos abaixo (clique na imagem para ampliar).




5. Com as fotos finalizadas, com o cabo correto, transfira as fotos para o seu computador.


6. Abra o programa PTGui Pro 7.8. Clique em "Load images" e selecione as fotos que você tirou.



7. Em seguida clique em alinhar (align images). Se você tirou as fotos sem grandes intervalos no cenário e numa linha perfeita, o bom resultado vai ser visto agora. Depois de analisadas aparece uma amostra de como as fotos ficarão. Neste processo você poderá acertar a foto final, clicando com o botão do mouse sobre a foto ou nos ícones acima.




8. Clique em "Creat Panorama", espere o programa processar.




Pronto! Sua foto panorâmica está pronta. Usa o Picasa para dar uma finalização cortando as bordas ou algum efeito legal e publique-a na internet!



Dicas importantes:
  • Experimente variar ângulos, com o tripé baixo, ou com a câmera na vertical, seja criativo;
  • Experimente tirar fotos não apenas seguindo uma linha horizontal ou vertical, mas misturando as duas, como quem monta um mosaico – quando bem feito o software é capaz de construir perfeitamente a foto;
  • Fique atento à iluminação das fotos – dependendo da situação pode ser mais interessante tirá-las sem flash;
  • Máquinas digitais apresentam as melhores fotos em dias ensolarados e bem iluminados. Procure tirar fotos nesses dias.
  • Para inspirá-lo e servir de exemplo, observe algumas fotos panorâmicas que eu tirei usando este método:

De Fotos Panorâmicas do Templo


De Fotos Panorâmicas do Templo


De Fotos Panorâmicas do Templo


De Fotos Panorâmicas do Templo


De Panorâmicas

De Panorâmicas


De Panorâmicas


De Panorâmicas


De Panorâmicas


De Panorâmicas

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O que me disse Matuzalém


Crônica de Célio R. Siqueira


Diz o doutor que é vesícula preguiçosa. Eu, porém, com toda a minha fabulosa ignorância, acho que a coisa é mais da idade e do calor do que daquela pobre coitada. O fato é que quando chega ali pela uma hora da tarde e resolvo passar os olhos no jornal do dia, me invade uma tal onda de sono, tão rápida e tão feroz, que até parece tinta em mata-borrão.


Hoje, enquanto cogitava repoltreado, como diria o Eça, numa das poltronas do escritório, sobre o assunto da crônica da semana, ele chegou. Pegou-me exatamente no momento em que eu acabara de ler um informe mandado gentilmente por um meu amigo de Ribeirão Preto sobre um médico que está fazendo maravilhas na recuperação de idosos, que saem de suas mãos totalmente recauchutados, prontos para mais alguns milhares de quilômetros...


Pegou-me, repito, fechou-me lentamente os olhos, balançou-me docemente numa rede de nada e assim fiquei um segundo, um minuto, uma eternidade, não sei. De repente, abro os olhos e vejo sentado na outra poltrona, à minha frente, um sujeito vestido de maneira estranha, à semelhança daqueles que aparecem em gravuras do tempo dos assírios, dos persas ou dos gregos de Homero.


Era velhíssimo, enrugado e barbudo. Surpreendi-me comigo mesmo por não me ter assustado em vê-lo ali, vindo não sei de onde e tão confiado como se a casa fosse a sua. Fitava-me. E, sorrindo ao me ver de olhos abertos, disse-me em bom português:


— "Boa tarde. Eu sou Matusalém." Ajeitei-me na poltrona e respondi-lhe: "Mas não o da Bíblia, não é?" — "Sim senhor, o mesmo, o que viveu 969 anos." — "E o que o senhor veio fazer aqui?" — "Conversar", respondeu-me, repetindo o sorriso inicial.


Eis uma atividade que me agrada e portanto gostei da idéia: — "Pois não, sr. Matusalém, às suas ordens, pode puxar o assunto." O velho cruzou as pernas, olhou-me em silêncio alguns instantes e, assumindo um ar envergonhado, perguntou-me medrosamente: — "Que acha da minha idade?" Lembrei-me dos seus 969 anos e, sem tempo de estudar uma resposta, soltei-lhe esta: "Bonita! Muito bonita idade!" — "Bem feito, muito bem feito!" — exclamou tristemente o velho — "é isso mesmo o que eu mereço: "Bonita idade", é a única coisa que se pode dizer de mim.


Você, posso chamá-lo de você? — fiz-lhe que sim — você já pensou o que é uma pessoa viver 969 anos e verificar no fim que tudo o que se pode dizer dela é isto: "Bonita idade"? Julguei-o ofendido e tentei desculpar-me: "Bem... não é tão pouco assim. 0 senhor é célebre. Está na Bíblia, É filho de Enoque, aquele que o Senhor tomou para Si: e o pai de Lameque; avô, portanto, do celebérrimo Noé, o da Arca. E não se esqueça de que o senhor é campeão. É o que viveu mais de toda a turma de macrobios que lota o capítulo 5 do Gênesis..." — "Campeão de quê? de nada! O que é que eu fiz, afinal de contas? Vivi, gerei, gerei, vivi. Só. E isto durante quase mil anos. Você já sabe o que é viver um milênio?" — e o velho tamborilava os dedos nervosamente nos braços da cadeira. Inspirou profundamente e continuou:


— "Não queira saber a inveja que tenho de vocês, felizardos que são com os seus setenta ou oitenta aninhos bem vividos e depois... ponto final! Pois do resto "o melhore canseira e enfado" como dizia o Salmista. Meu rapaz, não se iluda: esta história de viver 969 anos é uma estopada. Quando a gente chega aos 100, já descobriu que a vida é uma eterna repetição.

E a antecipada certeza do que vai acontecer amanhã, no ano que vem, no século que vem, gera dentro de nós um tédio tão terrível que mesmo o gênio do Dante — este garoto privilegiado que morreu aos 56 anos — não foi capaz de imaginá-lo para o seu famigerado inferno. Minha visita não é uma casualidade, não.


É um aviso. Ando preocupado com vocês, por causa dessa ânsia maluca que os contaminou de querer viver mais, sempre mais, recorrendo para isso a toda sorte de poções, mezinhas, drágeas, nacionais ou importadas, correndo atrás do primeiro que aparece, aqui, na Áustria, na Rumânia, no Japão, seja lá onde for, inclusive Ribeirão Preto — atrevida alusão — com ofertas mirabolantes e a preços razoáveis — de um elixir de longa vida mais eficaz do que a Fonte de Juvênia buscada inutilmente no século XVI nos sertões da Flórida por Ponce de Leon — aquele velho imbecil.


— Quem compreendeu bem este assunto foi o Sartre — aquele do existencialismo, você sabe — na sua comédia "Entre quatro paredes". O Inferno de Sartre é um palácio luxuoso, de apartamentos com todo o conforto, vivendo em cada um deles três ou quatro pessoas de sexos opostos, de idéias diferentes e gostos instáveis. A princípio acham o inferno delicioso. É só apertar a campainha e o criado aparece para servi-los.


E só mais tarde, depois que completam o círculo de desentendimentos e experiências amargas e voltam ao ponto de partida para recomeçar tudo outra vez, certos de que o próximo final será apenas o prelúdio de uma nova repetição, numa sucessão infindável por toda a eternidade, é que sentem o horror que há naquele inferno que a princípio chamaram delicioso. Ouça lá, meu caro. Ainda há pouco você disse que eu estou na Bíblia. Pois bem. Você já se esqueceu de que Davi, Salomão e Ezequias também estão? E a experiência deles não vale nada?


Tivesse Davi morrido mais cedo e seria tão-somente o "ruivo mancebo de gentil aspecto" vencedor do gigante Golias: seria a vítima magnânima do ódio de Saul: seria o matador de ursos e leões na defesa dos rebanhos de Jessé. Foi a velhice que o fez fugir, subindo e chorando pelo monte das Oliveiras, com a cabeça coberta e de pés descalços, para escapar à fúria assassina do seu filho Absalão.


Triste fim para um grande rei. E Salomão, seu filho e sucessor? Na juventude escolhe como o supremo dom a Sabedoria. E é na velhice que descamba para a luxúria e idolatria, fazendo "o que parecia mau aos olhos do Senhor", como se lê no capítulo 11 do livro Primeiro de Reis. E Ezequias?... Este então foi o mais insensato de todos. Depois de se notabilizar pelo seu valor, sua bravura, sua piedade, depois de fazer tudo "o que era bom, e reto, e verdadeiro perante o Senhor seu Deus", Ezequias adoeceu para morrer.


E foi tal o seu pavor, foi tamanha a sua angústia, que o Senhor lhe deu de presente mais 15 anos de vida. E para que? Diz o Segundo livro das Crônicas que não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez, porque o seu coração se exaltou". Aqueles 15 anos a mais foram causa de males terríveis que se abateram sobre o reino de Judá pouco tempo depois da morte de Ezequias."


Fazendo-me com a mão um gesto para que não perturbasse a pausa para respiração, o meu visitante prosseguiu: "Aí está em que deu viver demais. Muito mais viveram os que morreram mais cedo, como Alexandre Magno, conquistador do mundo, morto aos 33 anos; Pedro I, o de vocês, herói de 2 mundos, morto aos 36; e mesmo morrendo Aníbal com 63, César com 56 e Napoleão com 52, que é isto em presença dos meus 969?


Não, meu rapaz, não escreva uma palavra que seja de propaganda de qualquer sujeito que se ofereça a prorrogar indefinidamente a velhice e nem faça a menor referência a produtos naturais ou artificiais saídos dos mundos vegetal e mineral que prometam uma eterna juventude. Ainda que fossem verdadeiros, não valeria a pena.


Você conhece o verso de Guilherme de Almeida em "Esta Vida"? — "A Ciência, se fôssemos eternos,num transporte de desespero inventaria a morte"? Recusei-me. Disse-lhe francamente que tenho intenções de escrever a respeito. Zangou-se. Pôs-se de pé. Gritou que ia telefonar ao neto para que este me negue um lugarzinho na Arca. "Vou telefonar! Vou telefonar", berrava. Comprimi-me na cadeira procurando escapar da sua fúria... Salvou-me a campainha do telefone, intermitente mais insistente.


Agarrei-o: — "Alô? é o "Seu" Noé"? Não, não era, felizmente: A dona Vulcana queria falar com a dona da casa...

(CONTINUAR)…
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Video: Os cães e o fatídico tombo

Há algum tempo atrás o Youtube era uma coisa estranha de se entender e mais ainda complicado era saber que tipo de vídeo e de que tamanho enviar para lá. Hoje está bem mais fácil e tudo se modernizou - o que facilitou também mandar vídeos de melhor qualidade.


É o caso deste vídeo que "republiquei" por lá e que vale uma respostagem por aqui. Agora dá para curtir os detalhes de uma gravação que fiz dos nossos cães entre 2004 e 2005. Como disse meu primo Gustavo, ficou bem estilo "Programa do Gugu". Encarei isso como um elogio.


Há até um fatídico tombo que não me esqueço tão fácil. Confiram e comentem.

(CONTINUAR)…
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